sexta-feira, 16 de julho de 2010




O INTERNET EXPLORER 8 DÁ DICAS DE SEGURANÇA PARA VOCÊ SAIBA MAIS!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Este símbolo é conhecido desde a mais remota antiguidade e chama-se "A Flor da Vida".
O símbolo da Flor da Vida é bem conhecido em todo o universo, e atualmente, cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece esse padrão. Ele é o padrão da gênese da Creação e da Vida, em todo lugar.
O Grande Mistério, no início da Creação, ao se movimentar no Vazio, creou a Semente, a Flor, o Fruto e a Árvore da Vida com o Poder de Códigos de Luz e Geometria Sagrada.
Segundo Drunvalo Melchizedek, não há nenhum conhecimento - absolutamente nenhum conhecimento no Universo - que não esteja contido neste padrão da Flor da Vida.
Diz-se que grandes mestres concordaram em mais uma vez revelar esta antiga sabedoria, conhecida por Flor da Vida. Ela é um código secreto usado por muitas raças avançadas e por navegantes espaciais.
O código da Flor da Vida contém toda a sabedoria similar ao código genético contido em nosso DNA. Esse código genético vai além das formas comuns de ensinamento e se encontra por trás de toda a estrutura da própria realidade.
Todos os harmônicos da luz, do som e da música se encontram nessa estrutura geométrica, que existe como um padrão holográfico, definindo a forma tanto dos átomos como das galáxias.
Drunvalo inicialmente recebeu a informação de que o símbolo da Flor da Vida se encontrava inscrito nos tetos do Templo de Osíris, em Abidos, no Egito.
Sabemos hoje que o símbolo da Flor da Vida também foi encontrado em Massada (Israel), na Grécia, na África, Tibet, Sibéria, no Monte Sinai, no Japão, China, India, e Espanha e em tribos nativas...


Selamat Gajun! Selamat Já!
(Sejam Um! Estejam em Alegria!)
*** Idioma de Sírius ***

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

editorialprograma
a universidade, força-motriz de um projeto
humanista para a civilização. núcleo
formador dos grandes pensadores da
modernidade. criadora e libertária, espaço
para a construção de um conhecimento
universal e emancipador.
e o que restou desse antigo projeto? a
universidade vive hoje uma profunda
crise. mas com olhos livres é possível
ver outro rumo, o rumo futuro. ou então
permaneceremos imóveis, na esteira do
presente barbarizado e sem poesia. duas
universidades:
1. universidade: shopping para a
barbárie.
a universidade-shopping não tem
qualquer projeto. os maiores desígnios
da humanidade deram lugar ao ceticismo
mais arrogante.
o “conhecimento” que se reproduz
aqui parece não passar de mercadoria
vendida em fragmentos sem significação.
ossificado, neutralizado pela rotina e pelo
academicismo. cada vez mais específico e
limitado. “conhecimento” para o mercado.
esse “conhecimento” pressupõe a inércia
e a apatia dos seus receptáculos. vem
até nós em monólogos tediosos. imune à
vida, separado da intervenção política e
das necessidades de nossa época. surge
e morre nas salas de aula, sem produzir
nada novo.
o cotidiano maçante da universidadeshopping
nos separa da crítica à barbárie
social que se aprofunda. desemprego,
fome. guerra. favelização do planeta. as
cidades viram e se reviram em convulsões
repletas de violência. enquanto entramos
e saímos das salas de aula.
nessa universidade das diretrizes
empresariais, os cursos que não
interessam diretamente ao mercado caem
no abandono. sem quórum. o projeto “puc
inovação” aponta o caminho: interessa é
vender as pesquisas, com o lucro mais
imediato possível!
a educação é um grande negócio:
patrocínios e parcerias público-privadas,
mensalidades exorbitantes, ensino a
distância. redesenho institucional para
submeter a universidade ao pragmatismo
financeiro da fundação são paulo. dívida
milionária com os bancos. demissão em
massa de professores e maximização dos
contratos.
após os estudantes ocuparem a reitoria
contra a destruição mercadológica da
puc; uma ocupação que acabou quando
a reitoria chamou a polícia militar, a casta
burocrática – minoria – que hoje governa
a universidade continua perseguindo e
punindo.
câmeras e segurança particular,
proibições moralistas que acabam com
as nossas mínimas liberdades – festas,
panfletagens, cartazes: tudo proibido!
–, ausência de espaços democráticos
de discussão e decisão política. no
lugar, tudo decidido aos conchavos, nos
organismos de poder verticais e antidemocráticos.
são os instrumentos necessários para
calar os estudantes – maioria – e manter
de pé o castelo de cartas, frágil e
contraditório da universidade-shopping.
até que ele desabe!
2. universidade: ágora para a sociedade
futura.
terra das vocações acadêmicas. empresa
para a valorização do capital. ambiente
hermético onde se privilegia o silêncio,
quase tudo é proibido. será o único
paradigma possível?
diremos que não: é preciso transformar!
e a possibilidade existe na medida
da necessidade. da força-viva da
universidade – juventude, suprema crítica
do mundo estabelecido – pode nascer
o embrião de um outro caminho, outro
paradigma de sociedade.
a puc foi esse embrião nos tempos
sombrios da ditadura militar. abrigou
perseguidos políticos e lutou contra
o regime, em defesa das liberdades
democráticas. palco de grandes festas,
debates e manifestações, espaço de
efervescência política e cultural, foi
peça de um projeto coletivo maior que
apontava para toda a sociedade um
caminho alternativo à barbárie que, hoje
mais do que nunca, só avança e avança.
podemos fazer da puc uma ágora de olhar
cravado na sociedade futura – sociedade
dos desígnios humanos, com liberdade,
festa e existência digna para todos.
puc-ágora: portadora e impulsionadora
do pensamento crítico, contestador e
atuante; comporta e dá determinação ao
espírito transformador da juventude; ao
invés de suprimi-lo.
fundar uma universidade paralela,
puc-ágora para além da universidadeshopping.
que emerge da força e da
coragem incendiária dos que têm fome
pela transformação. propomos:
reuniões abertas do cafil: ao menos
quinzenais. amplamente divulgadas, para
discutir e decidir tudo conjuntamente.
um jornal dos estudantes: romper o
silêncio, da filosofia para todos os
cidadãos da puc-ágora. com o número
um do poiesis, demos o primeiro passo
na direção de um jornal construído com
a participação ativa dos estudantes. o
jornal deve ser discutido, organizado e
produzido a partir das reuniões abertas do
centro acadêmico.
atividades político-culturais: o centro
acadêmico como pólo interventor,
impulsionador da vida política e cultural,
da poesia-filosofia na puc-ágora. festas.
grupos de estudo independentes; para
romper com a passividade induzida da
rotina na universidade-shopping.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010